quarta-feira, 31 de agosto de 2011

AFINAL, O QUE É SER ESPÍRITA?

Ser espírita não é ser nenhum religioso; é ser cristão. Não é ostentar uma crença; é vivenciar a fé sincera. Não é ter uma religião especial; é deter uma grave responsabilidade. Não é superar o próximo; é superar a si mesmo. Não é construir templos de pedra; é transformar o coração em templo eterno”, ressalta Wanderley Pereira, escritor e palestrante, no livro “Aprendendo a lidar com as crises“.

Hoje, vemos muitos filmes, novelas, programas e livros abordando o Espiritismo. Daí resolvemos investigar junto a freqüentadores e instrutores da Doutrina Espírita. Colher impressões, explicações, maiores esclarecimentos. Para os adeptos, a questão vai muito além de um 'modismo'.

“Em primeiro lugar, destaco que não nos julgamos jamais superiores a quem quer que seja, ou à outra crença, Religião. Querer sobrepor uma Religião à outra é proselitismo. Espiritismo não é em hipótese alguma proselitismo. Todas as Religiões são boas quando fiéis aos Ensinamentos de Cristo. Se a Religião, seja ela qual for, ensina e pratica as Lições do Cristo, se ela ajuda o homem a se tornar melhor moralmente, ela é boa. Então, a questão é, portanto, antes de tudo, ser um bom Cristão. Acreditamos na prática da caridade, fraternidade e amor como caminhos únicos para nossa evolução”, afirma Leonardo Rocha, biólogo, há anos estudando e, hoje, instrutor da Doutrina Espírita.

ALIANÇA: CIÊNCIA E RELIGIÃO
Fato é que considerável parte da Ciência hoje, através de minuciosas pesquisas, vem comprovando o poder da fé, seja qual for a crença, auxiliando até mesmo nas curas, potencializando tratamentos, fortalecendo o organismo, gerando mais saúde física e mental. A Ciência também vem reafirmando que pontos ensinados pela Doutrina Espírita e por todas as Religiões fiéis aos Ensinos de Cristo, tais como o perdão, o ato de servir, a solidariedade e não guardar mágoas e rancores são verdadeiros ’remédios’; importantíssimos para que a pessoa possua uma melhor qualidade de vida e, até, maior longevidade.

Acho que podemos dizer sim que Ciência e Religião estão se harmonizando. Nós acreditamos sim em Reencarnação, na Lei da Causa e Efeito, mas o fundamental de tudo, sem dúvida, é o amor, é despertarmos nosso ‘Cristo Interno’ e respeitarmos o ‘Cristo Interno’ de todos. Sem julgar. Sem querer impor nada. É vital não somente falarmos mas principalmente praticarmos a caridade, que é o amor em ação. Caridade não é somente doar financeiramente, materialmente. É muito importante sim o auxílio material. Muitas Obras dependem, para viver, desse auxílio. Mas caridade também é uma palavra de conforto, esperança, um bom pensamento, um simples sorriso, compreender, saber ouvir; é convivermos fraternalmente em sociedade, com nossos familiares, companheiros diários, principalmente com os mais difíceis.”, nos diz um médium do Lar de Frei Luiz, no Rio. Inclusive a instituição possui hoje muitos médicos atuando como médiuns.

No início da matéria falamos no livro “Aprendendo a lidar com as crises”, de Wanderley Pereira. Vocês lembram? Pois bem, separamos ainda alguns pontos e definições de uma mensagem intitulada “Ser Espírita“ publicada no livro. Caros amigos e amigas, vejamos:

“SER ESPÍRITA”
“Ser espírita não é apenas aceitar a reencarnação; é compreendê-la como manifestação da Justiça Divina e caminho natural para a perfeição.  Não é só comunicar-se com os Espíritos, porque todos
indistintamente se comunicam, mesmo sem o saber; é comunicar-se com os bons Espíritos para se melhorar e ajudar os outros a se melhorarem também.”

“Ser espírita não é apenas consumir as obras espíritas para obter conhecimento e cultura; é transformar os livros, suas mensagens, em lições vivas para a própria mudança. Ser sem vivenciar é o mesmo que dizer sem fazer.”

“Ser espírita não é internar-se no Centro Espírita, fugindo do mundo para não ser tentado; é conviver com todas as situações lá fora, sem alterar-se como espírita, como cristão. O espírita consciente é espírita no templo, em casa, na rua, no trânsito, na fila, ao telefone, sozinho ou no meio da multidão, na alegria e na dor, na saúde e na doença.”

“Ser espírita não é ser diferente; é ser exatamente igual a todos, porque todos são iguais perante Deus. Não é mostrar-se que é bom; é provar a si próprio que se esforça para ser bom, porque ser bom deve ser um estado normal do homem consciente. Anormal é não ser bom.”

“Ser espírita não é curar ninguém; é contribuir para que alguém trabalhe a sua própria cura.”

“Não é tornar o doente um dependente dos supostos  poderes dos outros; é ensinar-lhe a confiar nos poderes de Deus e nos seus próprios poderes que estão na sua vontade sincera e perseverante.”

“Ser espírita não é consolar-se em receber; é confortar-se em dar, porque pelas leis naturais da vida, ‘é mais bem aventurado dar do que receber‘.”

“Não é esperar que Deus desça até onde nós estamos; é subir ao encontro de Deus, elevando-se moralmente e esforçando-se para melhorar sempre. Isto é ser espírita."

E aos que desejarem maiores informações sobre a Doutrina Espírita, suas proposições, esclarecimentos, é sugerido buscar-se, em uma das muitas Casas Espíritas espalhadas pelo Brasil, que é considerado 'A Pátria do Evangelho', e Mundo afora, os Cursos Sistematizados de Estudo das Obras da Codificação de Allan Kardec. São cinco as Obras Codificadas por Allan Kardec: - O Livro dos Espíritos, 1857  - O Livro dos Médiuns, 1861  - O Evangelho Segundo o Espiritismo, 1864  - O Céu e o Inferno, 1865  - A Gênese, 1868.

Por: Felipe Jannuzzi
        Jornalista

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

CULTIVE O BOM HUMOR. VOCÊ VIVERÁ MAIS E MELHOR!


Rir é realmente um grande remédio. Estudos científicos vêm comprovando os benefícios do bom humor na proteção contra o envelhecimento, prolongando e melhorando a qualidade de vida. O humor ajuda-nos a ficar longe do estresse, criando uma maior resistência em nosso corpo, revigorando a saúde, além auxiliar na melhora da criatividade e habilidade em resolver problemas.
Recentemente, nos EUA, houve uma série de estudos com mulheres de negócios.  As que fizeram mais pontos nos testes criados para medir o senso de humor eram as menos estressadas, as que tinham menos problemas de saúde relacionados ao estresse e possuíam menor suscetibilidade ao cansaço e mais autoestima quando comparadas às que somaram menos pontos.
Com um bem desenvolvido senso de humor, possuímos mais resistência. “O humor muitas vezes caminha ao lado de outros atributos que também protegem contra o envelhecimento, como a resistência. Pessoas resistentes geralmente têm um bom senso de humor. Quando as coisas ficam difíceis, elas usam o bom humor para ajudar a superar barreiras”, é o que garante a psicóloga Dra. Irene Deitch.
CAMINHOS A SEGUIR!
Nos dias atuais vivemos muito corre-corre. Problemas, compromissos e preocupações de toda ordem. O que podemos fazer para amenizar o quadro e enfrentá-lo com maior ânimo e força? Utilizemos o humor, respondem os pesquisadores. “Se o senso de humor está no limite, tente procurar coisas que divirtam você. O humor é cumulativo – quanto mais você exerce seu senso de humor, mais as coisas parecem engraçadas”, ensina e aconselha Ruth Hamilton, fundadora do Carolina Health and Humor Association, uma organização sem fins lucrativos que promove o uso terapêutico do humor, nos EUA.
O senso de humor é uma característica muito pessoal, evidenciam os estudos. O que faz uma pessoa rir pode deixar outra aborrecida. Porém, remeter-se à infância é sempre um bom caminho. “Se não tiver certeza do que pode diverti-lo, lembre-se de sua infância. Pergunte-se quais eram as pessoas mais engraçadas da sua família. Depois, pergunte-se porque elas eram engraçadas”, recomenda Ruth Hamilton.
Mas e se nossos parentes não eram assim tão divertidos? “Então tente lembrar quem era a pessoa que você achava ‘a mais engraçada do mundo’, quando era criança. Você pode encontrar essa pessoa e seu bom humo ainda hoje”, ressalta a fundadora do Carolina Health and Humor Association.
Outras possibilidades para melhorarmos nosso senso de humor e nos tornarmos mais abertos emocionalmente são, segundo Ruth Hamilton, realizar, sempre que possível, com amigos e familiares, brincadeiras como charadas, fazer piqueniques, alugar um bom vídeo de comédia, ir ao teatro e assistir àquela companhia teatral, especializada no humor e certeza de boas gargalhadas, que estamos planejando há tempos...“O humor é social e interativo. Expresse-se e transmita às outras pessoas”, conclui a psicóloga Carolyn Saarni.
Enfim, o fundamental é convivermos harmoniosamente, compartilharmos sentimentos, emoções, momentos, e nunca nos distanciarmos da ‘criança’, cheia de alegria e leveza, que há em todos nós.
Por: Felipe Jannuzzi
Jornalista                                                                                                                                                    

A SABEDORIA E PRECISÃO DE MAHATMA GANDHI

Perguntaram ao Mahatma Gandhi quais as coisas que destroem o ser humano: "Política sem princípio, prazer sem compromisso, riqueza sem trabalho, sabedoria sem caráter, negócios sem moralidade, ciência sem humanidade e oração sem caridade."

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

CARIDADE E SOLIDARIEDADE: o fundamental é a ação!

Caridade e solidariedade. Muito se fala, mas poucos, de fato, as praticam. Sabemos que existem duas formas de caridade, ambas vitais; existe a material e, talvez a mais difícil de ser praticada, a moral. Levar ânimo, uma palavra de consolo a quem esteja passando por problemas, saber ouvir, tolerar, dar esperança. Em nosso dia-a-dia, sem dúvida, temos muitas oportunidades de fazermos a caridade. É necessário estarmos atentos e não as desperdiçarmos.
Com relação à caridade, lógico que não podemos aqui falar das inúmeras instituições que a praticam. Então, falaremos de uma que faz um trabalho com a terceira idade. Sabemos que existem muitas instituições, sérias, atuando exatamente com essa essência e finalidade, ou seja, dar à terceira idade a dignidade que a época merece.
RESPEITO E DIGNIDADE
Uma delas é o Abrigo Santa Luzia, instituição com mais de 50 anos de existência, que atende a aproximadamente 45 senhoras idosas. “Nossa Casa foi fundada, estruturada e baseada no amor. E é em virtude dessa estrutura de amor, de amizade, de carinho, de envolvimento e dedicação de muitos colaboradores que a Obra se mantém. Essa estrutura permite que continuemos nossa luta, apesar de todas as dificuldades, e não nos percamos da finalidade, que é a assistência às vovózinhas”, explica D. Joselita Machado da Fonseca, presidente do Abrigo Santa Luzia.
A filha de D. Joselita e vice-presidente da instituição, Laurita Fonseca, complementa: “A luta é grande, os encargos são muitos, qualquer tipo de ajuda é sempre muito bem vinda. Mas é bom destacar também que, além do auxílio material, o carinho e o envolvimento também são fundamentais. O idoso, de uma forma geral, é muito carente; portanto, uma conversa, um carinho, um gesto simples de atenção também são formas de ajudar.”
Sendo a esta Casa ou a uma das muitas outras instituições, igualmente sérias, que fazem trabalhos com idosos, crianças, dependentes químicos, deficientes ou portadores de problemas de saúde, com animais, enfim, o importante é o auxílio, a solidariedade.
AO AUXILIAR, SOMOS 'OS AUXILIADOS’...
O vital é procurarmos auxiliar à manutenção de trabalhos em prol do bem. Asilos, orfanatos, instituições, hospitais. Sou voluntária e doadora em uma instituição, que cuida de crianças com câncer, e asseguro: me sinto muito mais feliz, plena, com mais saúde, compreensão e melhor qualidade de vida”, ressalta a professora aposentada Helena, moradora do Recreio. Você, caro(a) leitor(a), com certeza deve conhecer algumas instituições sólidas, confiáveis e que estejam precisando de ajuda...
Instituições filantrópicas, como o ‘Abrigo Santa Luzia’, aqui mencionado anteriormente, possuem gastos de toda espécie. As dificuldades são muitas. Manter a Obra é um grande ‘esforço’ e um grande‘trabalho’, vivenciados a cada mês. Assim sendo, as doações tornam-se imprescindíveis! Qualquer Obra assistencial requer auxílio e a colaboração de todos que assim puderem.
As maiores necessidades sempre são os alimentos, de toda espécie, especialmente o leite. Gasta-se muito também em produtos de limpeza, higiene, fraldas geriátricas; esses itens também são sempre muito bem-vindos. Aceita-se também, para um bazar realizado regularmente pela instituição,  roupas, sapatos, móveis, aparelhos, utensílios, livros. Enfim, toda doação, caridade e solidariedade são sempre muito bem acolhidas!
*O Abrigo Santa Luzia, aqui abordado pelo “Linhas da Vida”, fica na Rua Parintins, 191, Praça Seca, Jacarepaguá. Tel: (21)3390-0266
Por: Felipe Jannuzzi
Jornalista

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Conhecido ator fala da ‘explosiva’ combinação jovens e álcool

Ele é um conhecido ator. Muitos anos de uma carreira de sucesso. Mora no bairro da Barra da Tijuca, Rio. Aborda aqui a questão dos jovens e o álcool, as drogas. Diz preferir o anonimato. Assim sendo, é respeitado o anonimato. "Desejo que minha mensagem fale e ecoe por si só", ressalta. Este conhecido ator anda, segundo sua própria definição, ‘preocupadíssimo’ com a crescente associação dos jovens ao álcool, às drogas, à pornografia. Os rumos que as coisas vêm adquirindo, segundo ele, são ‘alarmantes’.

"Muitas pessoas, em suas crenças e religiões, costumam falar muito na figura de um anti-cristo. Para mim, essa denominação, anti-cristo, é um conjunto de fatores e situações que induzem a tudo que é mal e perturbador. E, ao meu ver, as drogas e o álcool representam um dos maiores males da humanidade. Elas, drogas, álcool e pornografia, vêm dizimando jovens.  É tudo muito fácil. As informações perniciosas para o jovem estão por toda parte. Basta ver a internet, por exemplo. O quanto de informação destrutiva e pornográfica que lá existe. Os pais e a sociedade num todo precisam de toda atenção possível no sentido de orientar esses jovens, evitando que eles se percam, e percam suas vidas", fala-nos.

MUITOS OS DANOS
A verdade é que o apelo, a cultura de beber é muito grande em nossa sociedade. "As autoridades e os órgãos públicos têm de exercer um maior rigor, uma maior fiscalização no sentido de cumprir-se a lei. E os pais precisam estar sempre muito atentos.  Que não se distanciem de seus filhos; saibam o que eles fazem, com quem andam. Que sejam amigos; dêem bons exemplos. A educação e a boa orientação para a vida começam exatamente dentro dos lares", enfatiza e aconselha o conhecido ator.

Portanto, muita atenção, zelo e, sem postergação, buscar a ajuda especializada quando necessário. São atitudes que, segundo profissionais, salvam vidas!

"O álcool, utilizado hoje pelo adolescente, pelo jovem, além de prejudicar por demais sua formação, representa um perigosíssimo caminho que induz a futuros danos psíquicos, metabólicos e intelectuais, que podem ser irreversíveis. É vital todo um zelo, todo cuidado e atenção por parte dos pais, dos educadores. E, a um mínimo sinal, é fundamental sempre procurar orientação especializada", conclui uma psicóloga, voluntária em uma instituição que cuida de crianças e adolescentes também na cidade do Rio de Janeiro.

Por: Felipe Jannuzzi
Jornalista

Oração: um 'alimento' que nos traz saúde física e mental

Um poderoso 'alimento' que nos auxilia muito na obtenção da qualidade de vida que precisamos. Dessa forma, talvez possamos definir a oração, seu valor, os benefícios que propicia. Essa afirmação vem, hoje, com o respaldo de inúmeros estudos feitos pela ciência-médica. "Pessoas que seguem algum tipo de prática religiosa, o que quase sempre inclui as orações, são mais saudáveis em todos os aspectos, quando comparadas àquelas que não praticam a religiosidade", é o que garante Dr. Larry Dossey, médico e autor de livros sobre os aspectos curadores da prece e de vínculos religiosos.

Religiosidade, fé, portanto, são palavras-chaves. E essa religiosidade, assegura o médico, não precisa necessariamente ser sinônimo de freqüência a algum templo, igreja ou mosteiro. É uma questão de atitude. “Orar é conexão com uma força superior e cada um estabelece seu roteiro. Não há fórmulas, o que importa é a contrição, a sinceridade de propósitos. Simplesmente respiro fundo e mentalizo que tudo vai melhorar.  Pelas manhãs gosto de agradecer a oportunidade de estar vivo dizendo: ‘Deus, estou vivo para outro dia. Obrigado. Sinto-me grato por ver outro dia’” , complementa Dr. Dossey.

Vemos hoje muitas pesquisas elaboradas pela ciência-médica cujos resultados entrelaçam fé à saúde, à longevidade, à qualidade de vida. Estudos mostram que a oração é atividade poderosíssima nesse sentido. No sentido de arrebanhar para nós, através dela, da oração, uma energia muito positiva que nos atinge em corpo e mente. Em nos atingindo, temos uma melhor qualidade de vida. Pacientes que professam algum tipo de fé potencializam tratamentos, reagem melhor a determinados medicamentos, estímulos, enfim, obtém até mesmo a cura em maior proporção.

PRIMEIRO PASSO

Mas se não temos desenvolvido em nós esse salutar hábito, o da oração, o que fazemos?! Aí está uma indagação que pode imediatamente vir em nossa mente... Pois bem, começar com um simples agradecimento é o primeiro passo. "Provavelmente a maneira mais natural para as pessoas começarem a orar, especialmente àquelas que não o fazem há muito tempo, é agradecer, em vez de pedir algo ou tentar mudar o mundo. Uma das melhores maneiras de se realizar isso, por exemplo, é às refeições. Se estiver grato pelo alimento que está ingerindo, você pode agradecer em silêncio. Isso é uma oração", ensina Dr. Larry Dossey. Bem lembrado! Especialmente em um país, por exemplo, como o Brasil, onde muitos não têm, de fato, o que comer.

O médico cita outras tantas bênçãos a agradecer: vencer os obstáculos e as dificuldades de cada dia, o emprego que tenhamos, uma casa, uma família com pessoas saudáveis, amigos. Aí estão outras tantas oportunidades de agradecimento, muitas vezes desapercebidas por nós...

"Concordo plenamente. Devemos sempre agradecer as bênçãos, ter fé em dias melhores. Faz bem à saúde sim. Mas também não devemos nos esquecer de pedir a força necessária, a sabedoria para nos postarmos, e conduzirmos, frente às dificuldades, frente ao que, num primeiro momento nos parece um mal, contudo, certamente nos traz um grande ensinamento pra nossa vida. Assim, aproveitando todas as oportunidades, evoluímos sempre", complementa uma voluntária da organização 'Médicos Sem Fronteiras', que prefere não se identificar.

SIMPLICIDADE

Contato com a natureza. Aí esta, para o Dr. Larry Dossey, outra grande forma de orar. "O simples contato com a natureza é uma ótima forma de se ligar com o poder superior. Muitas pessoas acham que ficar expostas à natureza é uma das melhores maneiras de se envolver com o poder da prece. A sensação de ficar em silêncio e sentado é muito agradável", afirma.

Bem, por tudo isso, observamos que colheremos bons e preciosos frutos estando sempre conectados com essa força superior; que independe de religião. Buscarmos sempre uma melhoria em todos os sentidos de nossa vida, fisicamente, materialmente, humanamente, espiritualmente, talvez seja a melhor das religiões.
Como vimos, não é questão de lugar ou templos, mas sobretudo de atitude. Enfim, nesse trabalho de sermos e estarmos melhores, possuímos um comprovado e precioso 'canal', uma excelente 'aliada': a oração. Que utilizemos esse ‘alimento’ em todos os momentos de nossas vidas!

Por: Felipe Jannuzzi
Jornalista

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

CURA: Um ‘encontro’ entre médicos, pacientes e Deus!

Pesquisas científicas vêm comprovando a importância da fé nos tratamentos e na prevenção à doenças - Oração também é sinônimo de saúde e longevidade. Estudos científicos vêm comprovando a tese de que a prece, a contrição, a fé, atuam como belos ‘remédios’, auxiliando tratamentos, fortalecendo, de fato, as pessoas. A longevidade, segundo análises, é em média 10% maior entre aqueles que professam algum tipo de fé.

Médicos, psicólogos e cardiologistas, incluindo doutores e professores da algumas das faculdades de medicina mais prestigiadas dos EUA estão chegando à conclusões similares sobre os poderes positivos da fé. Há pelo menos 250 estudos indicando que pessoas que seguem algum tipo de prática religiosa em suas vidas, independente da que seja, valendo aí a contrição e a sinceridade, e que fazem regularmente suas orações, que recorrem à prece, são mais saudáveis em todos os aspectos.

Os que têm algum tipo de fé respondem melhor a tratamentos. Dr. Larry Dossey, autor de livros sobre os aspectos curadores da prece e vínculos religiosos, afirma: “Essas pessoas vão ao médico com menos freqüência, gastam menos em plano de saúde e quase não ficam doentes”.

E o estresse também, segundos estudos científicos desenvolvidos nessa área, pode ser minimizado via ação da fé. É o que relata o epidemiologista Dr. Dave Larson: “Pessoas que têm fé parecem realmente experimentar menos sensações de estresse do que as que não tem crença em algum preceito religioso. No geral, parecem mais tranqüilas ao lidar com os diversos momentos estressantes que surgem ao longo da vida”.

Medicina e fé: eis a ‘chave’

E os profissionais imbuídos nessa pesquisa afirmam que a fé, e orações, fazem mais do que aliviar o estresse. Experimentos comprovam que a fé pode, de fato, acelerar a recuperação das pessoas que estejam passando por algum tipo de problema de saúde. O ‘querer ficar curado’, ao que tudo indica, é um auxílio potentíssimo nos tratamentos.

A fé é um instrumento poderoso”, conclui o Dr. Louis Lussier, padre e médico do Hospital da Ordem De São Camilo, em Milwaukee, EUA. Boa notícia essa, em especial para os brasileiros, por se tratar de uma sociedade onde 99% da população acredita na existência de Deus. Uma senhora, moradora da Barra da Tijuca, que há alguns anos curou-se de um problema de câncer de mama, acredita piamente na importância da fé nos tratamentos: “Tive um problema sério, precisei obviamente da ciência médica, que deve também ter sempre a sua importância ressaltada, passei por uma cirurgia, fiz tratamento, fiquei curada. E a minha fé, acredito, foi imprescindível nesse processo. Ajudou por demais na minha recuperação. Sem fé, não somos nada”, declara.

Por tudo isso, vemos que, cada vez mais, a ciência médica vêm atentando para a importância do sustentáculo da fé. E a cura, ao que tudo indica, parece ser o resultado de uma harmonia, de um ‘encontro’ entre médicos, pacientes e Deus.

Por: Felipe Jannuzzi