Médicos, psicólogos e cardiologistas, incluindo doutores e professores da algumas das faculdades de medicina mais prestigiadas dos EUA estão chegando à conclusões similares sobre os poderes positivos da fé. Há pelo menos 250 estudos indicando que pessoas que seguem algum tipo de prática religiosa em suas vidas, independente da que seja, valendo aí a contrição e a sinceridade, e que fazem regularmente suas orações, que recorrem à prece, são mais saudáveis em todos os aspectos.
Os que têm algum tipo de fé respondem melhor a tratamentos. Dr. Larry Dossey, autor de livros sobre os aspectos curadores da prece e vínculos religiosos, afirma: “Essas pessoas vão ao médico com menos freqüência, gastam menos em plano de saúde e quase não ficam doentes”.
E o estresse também, segundos estudos científicos desenvolvidos nessa área, pode ser minimizado via ação da fé. É o que relata o epidemiologista Dr. Dave Larson: “Pessoas que têm fé parecem realmente experimentar menos sensações de estresse do que as que não tem crença em algum preceito religioso. No geral, parecem mais tranqüilas ao lidar com os diversos momentos estressantes que surgem ao longo da vida”.
Medicina e fé: eis a ‘chave’
E os profissionais imbuídos nessa pesquisa afirmam que a fé, e orações, fazem mais do que aliviar o estresse. Experimentos comprovam que a fé pode, de fato, acelerar a recuperação das pessoas que estejam passando por algum tipo de problema de saúde. O ‘querer ficar curado’, ao que tudo indica, é um auxílio potentíssimo nos tratamentos.
“A fé é um instrumento poderoso”, conclui o Dr. Louis Lussier, padre e médico do Hospital da Ordem De São Camilo, em Milwaukee, EUA. Boa notícia essa, em especial para os brasileiros, por se tratar de uma sociedade onde 99% da população acredita na existência de Deus. Uma senhora, moradora da Barra da Tijuca, que há alguns anos curou-se de um problema de câncer de mama, acredita piamente na importância da fé nos tratamentos: “Tive um problema sério, precisei obviamente da ciência médica, que deve também ter sempre a sua importância ressaltada, passei por uma cirurgia, fiz tratamento, fiquei curada. E a minha fé, acredito, foi imprescindível nesse processo. Ajudou por demais na minha recuperação. Sem fé, não somos nada”, declara.
Por tudo isso, vemos que, cada vez mais, a ciência médica vêm atentando para a importância do sustentáculo da fé. E a cura, ao que tudo indica, parece ser o resultado de uma harmonia, de um ‘encontro’ entre médicos, pacientes e Deus.
Por: Felipe Jannuzzi
Jornalistafelipejannuzzi1@gmail.com
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